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Como lidar com fissura por drogas?

Como lidar com fissura por drogas?

Nós descrevemos a fissura (craving por drogas) como um desejo intenso e focalizado por uma substância psicoativa. Esse fenômeno combina sinais físicos, emoções e pensamentos automáticos. Entender essa experiência é essencial para o manejo da fissura e para a recuperação de dependência.

A fissura aparece em diferentes fases da dependência química, afetando usuários de álcool, cocaína, opioides, benzodiazepínicos e outras substâncias. Ela prejudica a qualidade de vida, as relações familiares, o desempenho no trabalho e a saúde mental e física.

Nosso objetivo é informar familiares e pessoas em tratamento sobre estratégias práticas e baseadas em evidências para reconhecer e enfrentar o craving por drogas. Também orientamos sobre quando buscar suporte médico especializado e atendimento 24 horas para segurança e continuidade do tratamento.

Adotamos uma abordagem integrada: combinamos intervenções psicossociais, mudanças de estilo de vida, suporte social e, quando indicado, terapias farmacológicas supervisionadas por psiquiatras e médicos especializados. Comprometemo-nos a oferecer informações claras e acolhedoras, focadas em proteção e recuperação de dependência.

Como lidar com fissura por drogas?

Nós explicamos de forma clara o que acontece quando a fissura aparece e como agir. A definição de fissura orienta familiares e pacientes sobre o caráter urgente e compulsivo do desejo de consumir. A compreensão da neurobiologia do craving ajuda a desmistificar culpa e culpa por recaídas.

definição de fissura

Entendendo o que é fissura

A fissura é um sintoma central no transtorno por uso de substâncias. A craving definição no jargão clínico descreve urgência intensa e foco cognitivo na substância. Estudos mostram que o sistema mesolímbico, com dopamina e núcleo accumbens, reforça memórias e associações.

A exposição a fatores desencadeantes aumenta a responsividade cerebral. Há fissura espontânea e fissura condicionada, com duração que varia de minutos a horas. O reconhecimento precoce facilita intervenções rápidas e reduz risco de decisão impulsiva.

Identificação de gatilhos pessoais

Identificar gatilhos de fissura é etapa prática e empírica. Recomendamos diário de fissura com horário, intensidade e contexto para facilitar identificação de gatilhos.

A identificação de gatilhos pode ser feita por auto-observação guiada em terapia e por entrevistas estruturadas. Listamos gatilhos ambientais, sociais, emocionais, fisiológicos e contextuais típicos no Brasil.

Técnicas imediatas para enfrentar a fissura

Existem técnicas imediatas que reduzem a intensidade da fissura. A técnica dos 20 minutos funciona bem: esperar, observar a mudança de intensidade e reavaliar. Respiração controlada e relaxamento diminuem a ativação autonômica.

Distração orientada com atividade cognitiva ou física ajuda a redirecionar o foco. A reavaliação cognitiva utiliza perguntas guiadas para desmontar justificativas automáticas. Lembretes pessoais e planos de emergência servem como apoio prático.

Tecnologia também apoia: aplicativos de monitoramento, mensagens de apoio e teleatendimento 24 horas ampliam acesso. Estratégias anti-craving combinam essas técnicas para controle mais efetivo.

Quando buscar ajuda profissional

Devemos orientar sinais claros para procurar atendimento. Quando pedir ajuda inclui fissuras frequentes e intensas, falha em aplicar estratégias pessoais, sintomas de abstinência física e presença de comorbidades psiquiátricas.

O tratamento para fissura envolve avaliação clínica, uso de instrumentos validados e plano terapêutico individualizado. Serviços disponíveis no Brasil variam de atenção primária a CAPS AD, ambulatórios e clínica de dependência com internação.

Equipes multidisciplinares oferecem acompanhamento médico e psicológico, com atendimento 24 horas quando necessário. Saber onde procurar reduz demora no tratamento e aumenta chances de recuperação.

Problema Técnica imediata Quando acionar serviço
Fissura súbita de curta duração Espera de 20 minutos, respiração diafragmática, distração Persistência por horas ou aumento da intensidade
Fissura associada a ambiente social Afastamento temporário, plano de emergência, contato de suporte Repetição frequente apesar das estratégias
Fissura com sintomas físicos de abstinência Monitoramento, hidratação, técnicas de relaxamento Tremores, confusão, risco de automutilação ou overdose
Fissura em contexto de comorbidade psiquiátrica Reavaliação cognitiva, contato com terapeuta, suporte medicamentoso Ideação suicida, descompensação psicológica
Busca por tratamento prolongado Registro diário, identificação de gatilhos, planejamento de rotina Necessidade de internação ou acompanhamento intensivo

Estrategias práticas para prevenção de recaídas e manejo diário

Apresentamos um conjunto de medidas concretas para reduzir risco de recaída e fortalecer a recuperação no dia a dia. Nosso foco é integrar planejamento de rotina com intervenções clínicas e suporte social, criando um ambiente protetor e previsível.

prevenção de recaída

O planejamento de rotina diminui a vacância emocional e a exposição a gatilhos. Estabelecemos horários regulares de sono, refeições e atividades. A inclusão de exercícios aeróbicos leves, como caminhada, melhora o sono e reduz fissura.

Recomendamos substituir hábitos de risco por ocupações saudáveis, criar zonas seguras em casa e reorganizar ambientes para remover objetos associados ao uso. Planejar trajetos e transportes evita locais de risco.

Terapias e técnicas psicológicas eficazes

As terapias para dependência baseadas em evidência são centrais. A TCC para fissura ajuda a identificar pensamentos automáticos e treinar respostas a gatilhos.

A terapia motivacional aumenta adesão ao tratamento e facilita mudanças de comportamento. Técnicas psicológicas como treino de habilidades de enfrentamento, ensaio comportamental e exposição com prevenção de resposta reduzem intensidade das fissuras.

Programas de psicoeducação informam paciente e família sobre neurobiologia e curso da dependência, fortalecendo estratégias práticas para prevenção de recaída.

Suporte social e redes de apoio

Redes de apoio para dependência reduzem isolamento e melhoram prognóstico. Indicamos grupos de apoio como Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos, além de grupos familiares como Al-Anon.

Integrar serviços comunitários do SUS, como CAPS AD e ambulatórios estaduais, amplia opções de acompanhamento. Família e recuperação caminham juntas quando há sessões educativas, definição de limites e planos de contingência.

Boas práticas incluem plano de contato para crises, pessoas treinadas para intervir e combinação de apoio presencial com grupos online moderados.

Medicamentos e tratamentos farmacológicos

Tratamentos farmacológicos para dependência podem reduzir fissura e tratar comorbidades. Medicamentos para craving são úteis quando indicados por psiquiatra ou especialista em dependência.

Para álcool, opções como naltrexona, acamprosato e dissulfiram são avaliadas conforme caso clínico. Em opioidismo, metadona e buprenorfina em programas de substituição reduzem risco de overdose.

No tabagismo, vareniclina, bupropiona e reposição de nicotina demonstram eficácia. Para cocaína e outros estimulantes, evidência farmacológica robusta ainda é limitada.

Monitoramento médico é essencial para rastrear efeitos adversos e interações. A terapia medicamentosa tem melhores resultados quando combinada com intervenções psicossociais.

Resumo das práticas: manter planejamento de rotina, adotar mudanças de estilo de vida para recuperação, participar de terapias para dependência e terapia motivacional, envolver redes de apoio para dependência e família, e avaliar tratamentos farmacológicos quando necessário.

Recursos e passos para iniciar a recuperação

Nós orientamos passos práticos para quem vai iniciar recuperação. Primeiro, fazemos uma autoavaliação honesta: reconhecer a fissura como sinal de risco e listar motivos que justificam buscar tratamento. Esse exercício facilita a tomada de decisão e guia os primeiros passos recuperação.

Em seguida, orientamos contato com serviços de saúde. Pelo SUS, é possível agendar na Unidade Básica de Saúde (UBS) e obter encaminhamento para o CAPS AD. Para quem optar por rede privada, recomendamos clínicas e hospitais com equipe multidisciplinar 24 horas — psiquiatria, psicologia, enfermagem e serviço social — para um tratamento para fissura seguro e contínuo.

Elabore um plano de segurança imediato: contatos de emergência, pontos de acolhimento e medidas práticas como remoção de substâncias e garantia de segurança física. Use recursos para dependência como CAPS AD, centrais estaduais de saúde mental e grupos de apoio comunitário. ONGs e grupos de família, como Al-Anon, também oferecem suporte valioso.

Por fim, envolva a família na preparação. Incentivamos autoeducação sobre dependência, limites claros e comunicação empática. Mantenha acompanhamento de longo prazo com revisões periódicas do plano terapêutico, metas mensuráveis e adesão a grupos de manutenção. Reafirmamos que a recuperação é possível com abordagem integrada; nós estamos disponíveis para orientar sobre recursos e suporte 24 horas.

Sobre o autor

Dr. Luiz Felipe

Luiz Felipe Almeida Caram Médico, CRM 22687 MG, cirurgião geral, endoscopista , sanitarista , gestor público e de saúde . Ex secretário de saúde de Ribeirão das Neves , Vespasiano entre outros .
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