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Qual é o melhor primeiro passo pra parar de usar?

Qual é o melhor primeiro passo pra parar de usar?

Nós sabemos que decidir interromper o uso de substâncias ou comportamentos compulsivos é um momento delicado. Quando falamos sobre como parar de usar, incluímos álcool, drogas lícitas e ilícitas, medicamentos sem prescrição e hábitos como jogo e pornografia.

O primeiro passo mais seguro quase sempre é buscar uma avaliação profissional. Uma avaliação médica e psicológica inicial ajuda a estimar riscos de abstinência, identificar comorbidades psiquiátricas e definir se há necessidade de desintoxicação supervisionada ou outro formato de tratamento dependência química.

Ao iniciar recuperação com avaliação clínica, reduzimos o risco de complicações médicas imediatas. Também possibilitamos planejamento de tratamento adequado, acompanhamento farmacológico quando indicado — como naltrexona, buprenorfina ou metadona — e a articulação de uma rede de apoio inicial dependência com familiares, grupos e serviços de saúde.

Para a primeira consulta, sugerimos levar histórico de uso, lista de medicamentos e registros de emergências prévias. Pergunte ao profissional sobre objetivos, expectativas e estratégias de redução de danos. Esse passo não é sinal de fraqueza; é um ato de cuidado alinhado à nossa missão de oferecer recuperação e reabilitação com suporte médico integral 24 horas.

Qual é o melhor primeiro passo pra parar de usar?

Nós começamos avaliando a situação de forma clara e compassiva. Entender o que significa “usar” no seu contexto ajuda a distinguir entre uso recreativo, uso de risco e uso dependente. Essa definição usar contexto orienta a escolha das próximas medidas, com base em critérios clínicos como prejuízo funcional, tolerância, abstinência e perda de controle.

definição usar contexto

Entendendo o que significa “usar” no seu contexto

Nós explicamos sinais práticos de risco. Frequência do consumo, impacto no trabalho e na família, tentativas frustradas de reduzir e alterações de comportamento são indícios claros. Ferramentas como o ASSIST e o AUDIT, juntas com critérios do DSM-5, sustentam uma avaliação objetiva.

Avaliação pessoal: motivos, frequência e gatilhos

Realizar uma avaliação dependência envolve mapear motivos para o uso e medir sua frequência. Avaliamos como o comportamento afeta rotinas, finanças e relações. Identificar gatilhos uso é essencial para criar estratégias que reduzam a exposição a situações de risco.

Importância de definir um objetivo claro e realista

Definir objetivos recuperação torna o processo mensurável e alcançável. Sugerimos metas de curto prazo, como reduzir a frequência em semanas, e metas de longo prazo, como reassumir responsabilidades familiares e profissionais. Objetivos claros facilitam o acompanhamento clínico e a motivação familiar.

Quando procurar ajuda profissional imediatamente

Existem sinais que exigem intervenção rápida. Procurar ajuda profissional é indicado se houver crises de abstinência, risco de overdose, pensamentos suicidas ou perda severa de funcionamento. Saber quando buscar ajuda profissional pode prevenir danos maiores e garantir tratamento médico adequado.

Como preparar um plano inicial para parar de usar

Nós propomos um plano prático, dividido em etapas que tornam a mudança possível e mensurável. Começamos com objetivos concretos e ajustes simples no ambiente. O foco é reduzir risco e estruturar apoio profissional e familiar desde o primeiro dia.

plano para parar de usar

Estabelecer metas de curto e longo prazo

Nós sugerimos quebrar o objetivo maior em metas alcançáveis. Para metas curto prazo recuperação, definimos ações para a primeira semana, 1 mês e 3 meses.

Exemplos práticos: reduzir dias de uso por semana, eliminar uma substância específica, agendar consulta com psiquiatra ou psicólogo. Metas de longo prazo incluem retorno ao trabalho, relações familiares restabelecidas e manutenção da abstinência.

Monitoramos progresso com registro diário e revisão quinzenal junto à equipe multidisciplinar.

Identificar e reduzir gatilhos ambientais e sociais

Nós mapeamos situações, pessoas e locais que aumentam o risco de uso. Em seguida, aplicamos medidas para reduzir gatilhos imediatos.

Medidas práticas: reorganizar rotinas, evitar locais de consumo, combinar horários com familiares e participar de atividades sem exposição ao gatilho.

O objetivo é criar um ambiente que favoreça escolhas saudáveis e minimize tentações.

Estratégias de substituição de hábitos e atividades alternativas

Substituir comportamentos por alternativas úteis reduz o vazio que leva ao uso. Propomos estratégias substituição hábito que sejam simples e sustentáveis.

Sugestões: exercício físico breve, técnicas de respiração, hobby criativo, voluntariado, grupos de apoio. Essas ações ocupam tempo e promovem bem-estar físico e emocional.

Nós orientamos a testar várias alternativas e registrar quais trazem mais alívio sem risco de recaída.

Planejar para recaídas: reconhecer sinais e agir rápido

Recaídas são sinais de que o plano precisa de ajuste, não falha permanente. A prevenção recaída começa com identificação precoce de sinais: isolamento, sono irregular, pensamentos ruminantes.

Estratégias imediatas: acionar contato de emergência da rede de apoio, marcar consulta dentro de 48 horas e reforçar atividades substitutivas.

Nós recomendamos um protocolo escrito com passos claros para a família e a equipe terapêutica.

Abaixo apresentamos um quadro comparativo com metas práticas, gatilhos comuns e intervenções sugeridas para facilitar a implementação.

Objetivo Exemplo de meta Gatilho comum Intervenção prática
Meta imediata (1 semana) Diminuir uso para X dias/semana ou agendar consulta inicial Amigos que usam em encontros sociais Avoid encontros de risco, combinar novo roteiro com família
Meta curto prazo (1 mês) Eliminar um tipo de substância; iniciar terapia Locais onde ocorria consumo frequente Redesenhar rotinas, frequentar ginásio ou grupo de apoio
Meta médio prazo (3 meses) Redução significativa de desejos e participação em atividades Estresse no trabalho ou casa Técnicas de manejo do estresse, consulta com psicólogo
Meta longo prazo (1 ano) Recuperação funcional, reinserção social/profissional Eventos comemorativos com consumo Plano de enfrentamento para festas e suporte contínuo

Fontes de apoio e tratamento disponíveis no Brasil

Nós apresentamos caminhos práticos para quem busca ajuda no Brasil. O acesso envolve serviços públicos, centros especializados, opções privadas e redes de apoio comunitário. Cada alternativa tem regras, prazos e formas de encaminhamento que variam por município.

tratamento dependência Brasil

Rede pública e serviços do SUS

O ponto de entrada costuma ser a unidade básica de saúde. Profissionais fazem triagem e orientam sobre encaminhamento para serviços especializados. Em casos complexos, o acolhimento segue protocolos do SUS dependência química com avaliação clínica e plano terapêutico.

Direitos do paciente incluem atendimento prioritário em situações de risco e acompanhamento pela rede de atenção psicossocial. Procurar a secretaria municipal de saúde ajuda a esclarecer disponibilidade local e prazos.

Centros de atenção psicossocial e grupos terapêuticos

Os CAPS álcool drogas atuam com equipes multidisciplinares para atendimento ambulatorial e visitas domiciliares. Esses serviços combinam psicoterapia, medicamentos quando indicados e atividades socioeducativas.

Grupos terapêuticos vinculados aos CAPS oferecem suporte em grupo e família. Nós recomendamos confirmar agenda e critérios de inclusão antes de deslocar-se até a unidade.

Opções privadas: clínicas, terapia individual e programas residenciais

Clínicas reabilitação privadas oferecem programas intensivos, com estrutura 24 horas e equipes médicas. Existem diferenças em duração, abordagem terapêutica e custo. Avaliar credenciais, autorizações e opiniões de familiares é essencial.

Terapia individual com psicólogos ou psiquiatras complementa regimes clínicos. Para quem busca internamento, programas residenciais privados podem ser alternativa quando não há vagas no SUS.

Grupos de apoio entre pares e suporte comunitário

Grupos apoio AA NA são presença consolidada em cidades brasileiras. Reuniões locais oferecem partilha de experiência e rotinas de acompanhamento entre pares. Participar regularmente pode reduzir risco de recaída.

Outros coletivos comunitários e instituições religiosas ampliam redes de acolhimento. Nós sugerimos combinar esses grupos com acompanhamento profissional para obter melhor resultado.

Estrategias práticas para o primeiro mês sem uso

Nós apresentamos um plano operacional para o primeiro mês sem usar, com ações diárias e metas semanais claras. Na semana 1 priorizamos segurança e estabilização: avaliação médica, considerar desintoxicação supervisionada quando necessário, uso de medicação para manejo abstinência sob orientação e início do acompanhamento psicológico. Também orientamos notificar ao menos um membro da rede de suporte e agendar contato diário para manter vigilância.

Na semana 2 focamos em estabelecer uma rotina sem uso: sono regular, alimentação equilibrada e atividade física leve. Reduzimos estímulos que provoquem craving e ensinamos técnicas básicas de manejo de estresse, como respiração diafragmática e relaxamento muscular progressivo. Recomendamos hidratação adequada, evitar ambientes de risco e usar lembretes terapêuticos em apps ou calendário.

Na semana 3 reforçamos o suporte social e as atividades significativas. Indicamos integrar grupos de apoio, retomar responsabilidades leves, como trabalho parcial ou voluntariado, e planejar pequenas recompensas por metas alcançadas. Essas estratégias primeiro mês abstinência ajudam a criar propósito e reduzir a chance de recaída.

Na semana 4 fazemos planejamento de continuidade: revisão com a equipe de tratamento, ajuste de medicação e terapia e elaboração de um plano de prevenção de recaídas de médio prazo. Incluímos identificação de recursos comunitários para manutenção, agendamento de consultas de seguimento e sinais que exigem retorno imediato ao serviço de saúde, como craving incontrolável, sintomas físicos severos ou ideação suicida. Essas dicas mês inicial recuperação e o suporte médico integral 24 horas aumentam as chances de sucesso.

Sobre o autor

Dr. Luiz Felipe

Luiz Felipe Almeida Caram Médico, CRM 22687 MG, cirurgião geral, endoscopista , sanitarista , gestor público e de saúde . Ex secretário de saúde de Ribeirão das Neves , Vespasiano entre outros .
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