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Abstinência de substâncias e risco de recaída

Abstinência de substâncias e risco de recaída

Falamos de maneira simples e acolhedora sobre o elo entre abstinência e risco de recaída. É vital conhecer essa relação para quem trata da dependência. Assim, facilita a busca de apoio e o planejamento da recuperação.

A síndrome de abstinência é marcada por sintomas físicos e psicológicos. Esses sintomas deixam a pessoa mais suscetível. A dependência química, sendo complexa, precisa de cuidados médicos e acompanhamento para evitar recaídas.

O problema afeta muitas famílias e eleva os custos de tratamento no Brasil. Há uma grande necessidade de serviços de reabilitação integrada. Destacamos a importância do nosso apoio contínuo e orientações baseadas em práticas reconhecidas.

Vamos abordar sinais da abstinência, fatores de risco e como lidar com eles. Queremos oferecer dados úteis para uma recuperação segura e duradoura.

Abstinência de substâncias e risco de recaída

Explicamos como parar de usar substâncias dispara sinais no corpo e mente. A avaliação de abstinência olha para quando os sintomas começam, quão fortes são e quanto duram. Isso mostra se há dependência e os casos de quadros pós-agudos.

sintomas de abstinência

O que é abstinência: sinais físicos e psicológicos

Abstinência é quando sintomas surgem após diminuir ou parar o uso de substâncias que o corpo estava acostumado. Sintomas comuns incluem tremores, suor, náusea, dor muscular, diarreia, insônia e ansiedade.

Os sintomas mudam de acordo com a substância. Álcool pode causar tremores ou, em casos graves, delírio. Opiáceos causam lágrimas e cólicas. Benzodiazepínicos aumentam o risco de convulsões. Estimulantes levam a fadiga e depressão. Nicotina faz ficar irritado e com fome.

O início e o pico dos sintomas variam conforme a substância. Abstinência aguda e sintomas pós-agudos são diferentes, podendo afetar a vida por semanas ou meses.

Como a abstinência influencia a vulnerabilidade à recaída

O circuito de recompensa muda, diminuindo o prazer. O eixo HPA faz aumentar a reação ao estresse. Essas mudanças fazem a pessoa querer usar de novo para se sentir melhor.

Sintomas fortes fazem a pessoa querer evitar o desconforto. Essa dor física e mental pode fazer usar novamente. Lugares e pessoas também podem incentivar o uso.

Tratar os sintomas cedo ajuda a evitar a busca compulsiva. Intervenções ajudam a diminuir o desejo intenso e reduzir a chance de recaída, equilibrando a química do cérebro e dando apoio.

Fatores de risco biológicos, psicológicos e sociais

Fatores como genes, histórico na família e doenças aumentam o risco de dependência. Usar muito e por muito tempo, e usar várias substâncias, também aumentam esse risco.

Na mente, problemas como depressão, ansiedade e TDAH podem levar à recaída. Dificuldades em lidar com problemas, trauma e baixa autoestima também fazem mal.

Problemas sociais contam muito. Estar só, ao redor de quem usa, sem trabalho ou acesso a saúde piora as coisas. Pouca rede de apoio deixa a pessoa mais vulnerável.

Juntar problemas biológicos, psicológicos e sociais aumenta os riscos. Uma avaliação completa é crucial para criar estratégias que diminuam a chance de recaída e suavizem a abstinência.

Estratégias para manejar sintomas de abstinência e reduzir o risco de recaída

Apresentamos estratégias integradas para lidar com a abstinência e evitar recaídas. Enfatizamos a importância de combinar cuidados médicos, apoio psicossocial e práticas de autocuidado. Essa união entre equipe de saúde, família e apoio é crucial para um plano de tratamento eficaz.

tratamento farmacológico abstinência

Para lidar com o álcool, usamos remédios como benzodiazepínicos na desintoxicação, naltrexona para menos vontade de beber, acamprosato para seguir em frente e dissulfiram em casos específicos.

No combate à dependência de opiáceos, metadona e buprenorfina são usadas. Naloxona é vital para reverter overdoses e clonidina ajuda com os sintomas iniciais da abstinência.

Para quem fuma, existem opções como reposição de nicotina, vareniclina ou bupropiona. É importante reduzir o uso de benzodiazepínicos lentamente e com cuidado.

Os estimulantes carecem de tratamento farmacológico específico. O foco é no manejo dos sintomas e no tratamento de doenças mentais associadas. O acompanhamento por uma equipe especializada é essencial.

As terapias psicossociais e técnicas baseadas em estudos ajudam muito na manutenção da abstinência. A terapia cognitivo-comportamental ensina a identificar gatilhos e a evitar recaídas.

A entrevista motivacional ajuda quem está indeciso. Terapias em família e para casais diminuem brigas e oferecem mais apoio. Grupos de apoio de 12 passos também são uma opção valiosa.

É crucial tratar outras doenças mentais para evitar recaídas. Aconselhamos a continuação do tratamento após a etapa intensiva, incluindo revisões regulares.

Práticas de autocuidado e gerenciamento do estresse são importantes na recuperação. Dormir bem ajuda na estabilidade emocional. Exercícios físicos diminuem a ansiedade.

Técnicas de relaxamento controlam a vontade de usar substâncias e ajudam emocionalmente. Uma boa alimentação e muita água são fundamentais após o uso prolongado de substâncias.

Ter um plano de ação escrito ajuda a lidar com momentos de risco. Esse plano deve ter contatos de emergência e estratégias para se distrair. É uma ferramenta de autocuidado importante na recuperação.

O apoio social é essencial em todas as etapas do tratamento. Famílias informadas sabem como agir diante de uma recaída. Sem julgamentos, elas ajudam muito no tratamento.

Locais de reabilitação e clínicas de dia oferecem suporte contínuo. Serviços comunitários e grupos de apoio são importantes para se reintegrar socialmente e se manter motivado.

Sugerimos combinar tratamentos médicos com terapia e ações de autocuidado para uma boa recuperação. O controle da vontade incessante de usar substâncias deve ser um foco constante.

ÁreaIntervençãoObjetivo
Médica – ÁlcoolBenzodiazepínicos, naltrexona, acamprosato, dissulfiramDesintoxicação segura, redução do craving, manutenção da abstinência
Médica – OpiáceosMetadona, buprenorfina, naloxona, clonidinaTerapia de substituição, reversão de overdose, alívio de sintomas agudos
Médica – NicotinaReposição de nicotina, vareniclina, bupropionaRedução do desejo e manutenção do abandono do tabaco
PsicossocialTerapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional, terapia familiarIdentificação de gatilhos, aumento de adesão, fortalecimento do suporte
AutocuidadoHigiene do sono, exercício, mindfulness, nutriçãoEstabilização emocional, redução de estresse, recuperação física
Suporte SocialCentros 24h, CAPS AD, grupos de apoio, redes comunitáriasMonitoramento contínuo, integração social e prevenção de recaídas

Prevenção de recaída a longo prazo e recuperação sustentável

Entendemos a prevenção de recaída como um esforço que não para. A recaída vem de várias fontes e requer um plano pós-tratamento bem feito. Assim, é vital fazer acompanhamentos e ajustes no tratamento para manter a recuperação.

Para isso, criamos planos de cuidado que continuam ao longo do tempo. Nestes, equipes com psiquiatras, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais fazem consultas periódicas. E usamos um prontuário que todos podem ver. Definimos metas para chegar a curto, médio e longo prazo. Fazemos revisões frequentes para podermos agir rápido se notarmos algum risco.

Também sugerimos que familiares e profissionais fiquem de olho em sinais de alerta. Isso inclui se isolar, dormir mal, ficar mais ansioso ou largar hobbies. Achamos importante usar escalas aprovadas para medir o desejo intenso (craving) e sintomas de depressão/ansiedade. E claro, temos um plano para avaliar a situação clínica de imediato e intensificar o tratamento quando preciso.

Além disso, queremos ajudar na volta à sociedade, apoiando o retorno ao trabalho, moradia fixa e aos estudos. Recomendamos trabalhar junto com serviços públicos e ONGs aqui no Brasil. E para uma reabilitação que dure, sugerimos estratégias com menos prejuízos. Isso inclui planos de segurança e até o uso de naloxona, se for necessário.

Quando acontece uma recaída, a vemos como um sinal para ajustar o tratamento. Assim, nunca como uma falha. Nosso objetivo é responder rápido e com compaixão. Estamos aqui para avaliar e dar suporte 24 horas. Queremos fortalecer a capacidade de superar dificuldades, as habilidades sociais e as atividades que dão sentido à vida. Isso tudo é crucial para manter a recuperação a longo prazo.

Para estar por dentro de como montar esse caminho, veja nosso guia em como se livrar do vício. É importante buscar ajuda ao primeiro sinal de dificuldade ou risco de voltar aos vícios. Agir cedo aumenta muito a chance de uma recuperação duradoura.

Sobre o autor

Dr. Luiz Felipe

Luiz Felipe Almeida Caram Médico, CRM 22687 MG, cirurgião geral, endoscopista , sanitarista , gestor público e de saúde . Ex secretário de saúde de Ribeirão das Neves , Vespasiano entre outros .
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