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Compulsão e uso repetitivo de drogas

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Compulsão e uso repetitivo de drogas

Entendemos a gravidade da compulsão por drogas e seu impacto. Isso afeta não só o cérebro, mas também o comportamento e as relações pessoais. É fundamental agir rápido para ajudar quem precisa.

Esse artigo esclarece o transtorno por uso de substâncias. Mostramos a diferença entre uso ocasional e dependência. Nosso foco é fornecer informações claras para quem busca ajuda.

O aumento do consumo de drogas preocupa toda a sociedade. Intervir cedo pode salvar vidas e melhorar o futuro das pessoas afetadas. Destacamos a necessidade de perceber sinais de perigo logo.

Nossa missão é oferecer um tratamento digno e eficaz. Contamos com uma equipe preparada para prestar o melhor apoio aos nossos pacientes. O cuidado humanizado é nossa prioridade.

Conversamos de forma profissional, mas próxima. Queremos que nosso conteúdo seja claro e ajude na tomada de decisões importantes. Apostamos em uma comunicação simples e direta para isso.

O que é compulsão e uso repetitivo de drogas

Explicamos direto o que significa o termo diagnóstico transtorno por uso de substâncias. Esse termo está no DSM-5 e na CID-11. Descreve desde o uso casual até a dependência, onde há perda de controle e desejo constante de usar, mesmo causando danos.

definição dependência

Definição clínica e diferenças entre uso, abuso e dependência

Diferenciamos entre uso casual, abuso e transtorno por uso de drogas. Uso ocasional não prejudica o cotidiano da pessoa. Por outro lado, o abuso traz problemas sociais, legais ou à saúde. Já o transtorno por uso de substância é mais sério e segue critérios específicos do DSM-5, como vontade intensa e uso irresponsável.

Importante entender a diferença entre dependência física e psicológica. A física tem a ver com tolerância e abstinência. A psicológica se mostra na compulsão e forte desejo de usar, mesmo sem sintomas físicos.

Mecanismos neurobiológicos por trás da compulsão

O nosso cérebro tem um circuito que lida com recompensa. As drogas aumentam a dopamina em uma parte do cérebro, ligando substância e prazer.

A região do cérebro que nos ajuda a controlar impulsos fica menos eficiente. Isso faz com que a pessoa tenha mais impulsos por busca compulsiva.

O uso constante de drogas muda o cérebro, tornando mais fortes as lembranças ligadas à droga. Isso pode aumentar a chance de voltar a usar depois de um tempo sem uso.

O estresse causado pela abstinência pode manter a pessoa no ciclo vicioso. Ela usa a droga para tentar se sentir menos mal.

Fatores psicológicos e comportamentais que mantêm o ciclo

O aprendizado ao longo do tempo explica como o uso continua. O prazer inicial incentiva o uso. Já a necessidade de aliviar a ansiedade ou os sintomas da falta mantém o hábito.

Coisas do nosso ambiente e memórias ligadas ao uso podem fazer a pessoa querer usar novamente. Isso inclui lugares ou sentimentos que lembram a droga.

Crenças próprias, desculpas e se sentir incapaz de mudar diminuem a vontade de parar. Ficar isolado e deixar de fazer outras atividades também contribuem.

Substâncias mais associadas ao uso repetitivo e seus impactos

O álcool pode viciar muito e causar doenças sérias. Opiáceos, como heroína, aumentam o risco de morte por overdose e outras doenças em quem injeta a droga.

Drogas estimulantes como cocaína e crack causam muita vontade de usar, problemas mentais e riscos ao coração. Benzodiazepínicos criam dependência e problemas de memória.

Usar várias drogas ao mesmo tempo é comum e traz mais riscos. Cada droga age de um jeito, mas todas afetam o cérebro de forma parecida, aumentando a dependência.

SubstânciaMecanismo chaveRiscos e impactosAspectos clínicos relevantes
ÁlcoolModula GABA e glutamatoCirrose, pancreatite, abstinência potencialmente fatalAlta prevalência; manejo exige avaliação médica
Heroína (opiáceos)Agonismo mu-opioideOverdose, infecções, dependência física intensaTratamento: metadona, buprenorfina; naloxona para overdose
Cocaína / CrackInibição de recaptação de dopaminaPsicose, infarto, AVC, deterioração socialCompulsão elevada; intervenções psicossociais essenciais
MetanfetaminaAumento massivo de liberação de dopaminaDesgaste neurocognitivo, comportamento compulsivoAlto risco de recaída por alterações na neuroplasticidade
BenzodiazepínicosPotenciam efeito do GABATolerância, sedação, risco de convulsões na abstinênciaUso prolongado exige desmame clínico supervisionado

Fatores de risco, causas e sinais de alerta

Exploramos o que pode aumentar as chances de alguém desenvolver transtorno por uso de substâncias. Alguns desses fatores estão ligados à genética, ao ambiente social e à saúde mental. Entender esses pontos pode ajudar a reconhecer sinais de alerta cedo e a tomar as medidas adequadas.

predisposição genética

Genética e predisposição familiar

A genética tem um grande papel no risco de alguém se tornar dependente. Pesquisas destacam que há uma tendência na família e diferenças em genes ligados a determinadas funções cerebrais e ao processamento de substâncias.

Ao analisar o histórico de dependência na família, conseguimos entender melhor a susceptibilidade hereditária. Mas, importante notar, a genética não determina tudo. As interações entre genes e ambiente também são cruciais.

Contexto social, econômico e exposição precoce

Fatores sociais podem aumentar o risco de alguém começar a usar substâncias. Problemas como desemprego, pobreza e falta de apoio social tornam as pessoas mais vulneráveis. Esse contexto facilita o primeiro contato com substâncias.

Áreas com muita oferta de drogas e ambientes perigosos, como algumas escolas e comunidades, também contribuem. Porém, programas em escolas e políticas públicas eficazes podem diminuir esse impacto.

Se os pais usam substâncias ou se há negligência em casa, isso pode influenciar os jovens. Começar a usar drogas na adolescência aumenta o risco de dependência na vida adulta, porque o cérebro ainda está se desenvolvendo.

Trauma, saúde mental e comorbidades

Muitas vezes, traumas na infância estão relacionados ao uso problemático de drogas. Experiências ruins podem levar alguém a usar substâncias como uma forma de lidar com as emoções.

Problemas de saúde mental também influenciam. Condições como depressão e ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar e ADHD podem aumentar a chance de uso e recaída.

Um tratamento eficaz precisa de uma avaliação completa da saúde mental. Lidar com esses problemas simultaneamente com a dependência pode ajudar muito e evitar recaídas.

Sinais comportamentais e físicos que indicam problema

É importante ficar atento a mudanças bruscas no comportamento, isolamento social e descuido com responsabilidades. Procurar a droga obsessivamente, mentir sobre o uso e se envolver em crimes são grandes alertas.

Os sinais físicos incluem mudanças no sono e apetite, perda de peso, olhos vermelhos ou pupilas dilatadas, marcas de agulha e infecções. Tremores e suor são comuns ao parar o uso.

Problemas para se concentrar, falhas de memória, apatia e irritabilidade também são preocupantes. Se esses sintomas aparecerem, é hora de buscar ajuda profissional.

Em casos de risco de overdose ou pensamentos suicidas, a ajuda médica urgente é crucial. Aconselha-se que familiares documentem os padrões de comportamento e busquem ajuda assim que notarem sinais persistentes.

Prevenção, tratamento e estratégias de suporte para Compulsão e uso repetitivo de drogas

Nós usamos um método que foca na pessoa. O tratamento lida com medicamentos, ajuda psicológica e apoio da família. Isso ajuda a diminuir o uso de drogas, evita danos e melhora a vida. Os planos de tratamento têm objetivos claros como melhorar a saúde, ajudar na volta à sociedade e evitar recaídas.

Usamos medicamentos e terapia juntos. Para alcoolismo, existem remédios como naltrexona e acamprosato. Para opioides, tem a metadona. E para cigarro, tratamentos com nicotina. Além disso, terapias como a Cognitivo-Comportamental ajudam muito. Todos esses tratamentos devem ser acompanhados por médicos.

Ter apoio o tempo todo melhora muito a recuperação em casos sérios. Serviços como internação para desintoxicação ajudam. Também temos equipe de saúde e programas para voltar à sociedade, como Alcoólicos Anônimos. Tudo para ajudar na crise e tratar problemas adicionais.

Para prevenir o uso de drogas, é importante trabalhar nas escolas e controlar remédios. As famílias também precisam aprender e participar de terapias. Sobre como começar a lutar contra o vício, veja este guia: como se livrar do vício. Oferecemos ajuda contínua e tratamentos comprovadamente eficazes.

Sobre o autor

Dr. Luiz Felipe

Luiz Felipe Almeida Caram Médico, CRM 22687 MG, cirurgião geral, endoscopista , sanitarista , gestor público e de saúde . Ex secretário de saúde de Ribeirão das Neves , Vespasiano entre outros .
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